sexta-feira, novembro 03, 2006

A minha boneca


A minha boneca ó que encantadora
Antes dos 15 anos já estará uma senhora.

Abre e fecha os olhos quando eu quero
Só lhe quebra o sono quando ladra o nero .

Ainda ontem lhe talhei 2 lindos vestidos
Uns da moda agora justos e compridos.

E ao fazer exame se lhe ficar destinta
Cobro-a toda de ouro do pescoço até à cinta!



Quem me ensinou esta poesia foi a minha avó que a representou quando era criança.

quarta-feira, outubro 18, 2006

Uma página mudada na minha vida

Quero dedicar este texto a todas as crianças que neste momento estão a sofrer de dores de crescimento ao passar de criança para a pré-adolescência.
Eu era uma miúda que andava sempre a sonhar:
UAU!Ir para a escola grande!

Quando lá cheguei senti-me estranha tipo "o que é que eu estou aqui a fazer?"
Bem... virava-me para um lado via rapazes e raparigas enormes... virava-me para o outro via dezenas de professores... mas, por fim, chegou a minha directora de turma. Entrámos na sala e ela cumprimentou-nos:
-Bom dia eu chamo-me Cecília Terra!
Ao principio não sabia como ela era, mas agora estou muito contente, pois é uma professora muito alegre que eu adoro.

É assim a minha nova vida e espero que continue sempre assim.

terça-feira, junho 20, 2006

A Família do Sr. Relógio




Imagem retirada de www.cspresentes.com.br


Era uma vez um relógio que tinha uma família. A Sra. Pilha, sua mulher, o Segundos, o seu filho mais velho, o Minutos, o filho do meio e, as Horas, as duas gémeas preguiçosas.
O Sr. Relógio era um homem sem problemas na vida. Tinha uma mulher que durava mais ao menos um mês, cinco semanas e depois arranjava uma nova esposa.
A vida dele era boa, porque o que ele fazia era descansar na sua cómoda e relaxar, enquanto o filho mais velho se fartava de trabalhar.
O Minutos quando via o Segundos a trabalhar ia ajudá-lo mas mais devagarinho.
As horas trabalhavam só porque eram obrigadas e mesmo assim quando iam trabalhar já o Minutos tinha dado um monte de voltas e então o Segundos nem sequer se fala.
Apesar deste ser o dia-a-dia desta família eles irão amar-se sempre, porque uma família é sempre uma família e isso nunca vai mudar.

FIM!!!

terça-feira, maio 30, 2006

Nós, ilha Terceira
















Ilha miúda, terra morena
Vivermos nela, bem vale a pena.
De alma aberta, hospitaleira,
Heróis na História - ilha Terceira.
Aldeias fartas, casas caiadas,
Portas abertas, arcas pejadas,
Gados pastando, tenra verdura,
Qeijos, fumentos, rica fartura.

Espírito Santo, alcatra e bodos
De leite e vinho - pão para todos.
Povo que canta, povo que reza,
Pobres e ricos na mesma mesa.
Toiros, touradas, grande folia,
Povo que lida com alegria.
Gentes de fora, cá têm guarita
A partilharem da nossa vida ...


Autora:
Maria do Céu

segunda-feira, maio 29, 2006

A nossa Terra

Ilha Terceira - vista sobre os ilhéus das cabras

Na nossa terra, a ilha Terceira, a actividade económica principal é a agricultura , sendo parte dela a agro-pecuária. Temos também a vinicultura e a agricultura de subsistência, ou seja, para consumo próprio.
O turismo sendo uma fonte de rendimento importante para a nossa terra, também tem sido incentivado e desenvolvido.
A pesca que garante o orçamento para algumas famílias contribui igualmente com o peixe fresquinho tão apreciado por estas bandas na nossa culinária.
Temos, também, as nossas festas tradicionais tais como o Carnaval, as festas do Espírito Santo e as festas de Verão das freguesias onde se incluem as touradas à corda que são muito populares .
E no final do ano temos o Natal que, já hoje, é muito celebrado na nossa ilha, sendo a festa que mais reúne as famílias.

quarta-feira, maio 24, 2006

O Mar


Eu acho que o mar tem dois lados, o lado maravilhoso e o perigoso.
Eu gosto muito do lado maravilhoso, mas também conheço o lado perigoso.
No Verão, eu adoro ir para o mar salpicar a água, correr, dar um mergulho e no fim do dia ver o pôr-do-sol desenhado na água. É tão lindo!
Para mim, o mar azul é a coisa mais linda que eu já vi em toda a minha vida!